quarta-feira, 24 de junho de 2009

Peças!

Galera, segue a lista que a Professora passou com as peças à serem entregues:

  1. PROCURAÇÃO - Substabelecimento
  2. CONTRATO - Prestação de serviços advocatícios
  3. REQUERIMENTO - Juntada de documentação/ Homologação de acordo/ Desarquivamento
  4. DECLARAÇÃO DE POBREZA
  5. ALIMENTOS - Oferta/ Pedido/ Exoneração
  6. DANO MORAL POR INSCRIÇÃO SEM PRÉVIA COMUNICAÇÃO
  7. CONTESTAÇÃO (do Dano Moral)
  8. EXCEÇÃO - Incompetência/ Impedimento/ Suspeição
  9. RECONVENÇÃO
Lembro que mesmo as peças que a Profª já viu deverão ser entregues pois será feita a correção de cada uma.

É isso, até!
UNIDOS VENCEREMOS! :]

domingo, 21 de junho de 2009

Processos

1. Processo Civil IV

Eis o indispensável material para aula de amanhã. Imprimir.

Unidade 16 - Interdição
Unidade 17 - Juizado Especial Civil


2. Processo Penal I

Logo serão divulgadas as notas de Processo Penal I, por ora, apenas segue a lista dos colegas que deverão fazer prova final. Quarta-feira, 19:00hs, Sala 04, Bloco G.

Prova Final - Processo Civil I

3. Lembrete

Não esquecer de pegar a nova senha na Secretaria Acadêmica.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Datas


Galera,


Para que não restem dúvidas sobre os dias das provas e da entrega do trabalho.


É isso!

Carpe Diem

terça-feira, 16 de junho de 2009

Matrículas

AVISO IMPORTANTE:

Neste semestre as matrículas serão integralmente realizadas pela internet. Através do Portal do Aluno escolheremos as disciplinas e obteremos o comprovante de matrícula.

Em função dessa automação, a Universidade precisou fazer reformulações no sistema de segurança do site. Assim, todos os alunos, sem qualquer exceção, deverão comparecem à secretaria acadêmica para receber nova senha de acesso. Sem a nova senha o acadêmico não terá acesso ao portal específico para realizar a matrícula no semestre.

O período de matrículas virtuais vai de 22 de junho a 15 de julho, portanto não demore em providenciar a imprescindivel nova senha. O período pouco anterior ao início das aulas, quando antigamente realizávamos a matrícula propriamente, desta vez será reservado para ajuste de disciplinas e resolução de casos especiais.

É isso.

Escritório Moldelo II

Nobres colegas informamos que já podem ser marcados o dia e horário para o estágio no escritório modelo II. Informamos ainda qua não será necessário se deslocar até o forum para fazer sua reserva, podendo ser feita com o Tiago via fone 3217- 1988.
É isto, bons estudos todos!!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Escritório Modelo

Quem tiver interesse em adiantar os plantões de antendimento do Escritório Modelo poderá fazê-lo de modo consecutivo durante o período das férias escolares. Interessados devem procurar o professor Vinícius ou o Tiago.

1º Turno - 02 (duas) vagas
22.06 até 10.07
Das 14:00hs às 16:00hs

2º Turno - 03 (três) vagas
13.07 até 31.07
Das 14:00hs às 16:00hs

É isso.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Colegas eis ai um texto excelente, porém não sei se o texto é realmente do autor mencionado ao final, como sabem nem tudo que recebemos na net é de fonte confiável. A leitura vale a pena e nos leva à reflexão. Boa leitura todos.

UM EX-FAXINEIRO NEGRO VENCE PRECONCEITO E QUER “LIMPAR” A IMAGEM DO STF

O "bate-boca" entre o presidente do STF, Gilmar Mendes (dono de uma biografia repleta de denúncias de corrupção) e o ministro Joaquim Barbosa (dono de uma biografia invejável) traz a necessidade de esclarecer quem é quem no Judiciário brasileiro.

Um ex-torneiro mecânico pernambucano indicou um ex-faxineiro mineiro para ocupar uma vaga entre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. O presidente Lula escolheu o doutor da Universidade da Sorbonne e procurador do Ministério Público Federal, Joaquim Benedito Barbosa Gomes, para ocupar uma vaga entre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. O jovem negro que cuidava da limpeza do Tribunal Regional Eleitoral de Brasília está prestes a chegar ao topo da carreira da Justiça após quatro décadas de vitórias contra desigualdades sociais e raciais.

A primeira foi em Paracatu, interior de Minas, onde nasceu numa família de sete irmãos, com a mãe dona-de-casa e o pai pedreiro e, mais tarde, dono de uma olaria. Lá, percebeu que só o estudo poderia mudar a sua história. Já aos 10 anos dividia o tempo entre o trabalho na microempresa da família e a escola. O saber era quase uma obsessão.

- Uma das piores lembranças da minha infância foi o ano em que fiquei longe da escola porque a diretora baixou uma norma cobrando mensalidade. No ano seguinte, a exigência caiu e voltei à sala de aula. Estudar era a minha vida e conhecer o mundo o meu sonho. Adorava aprender outras línguas - contou Joaquim Barbosa numa entrevista em agosto de 2002 para o projeto de um vídeo sobre a mobilidade social dos negros no Brasil.

O domínio de línguas estrangeiras foi a engrenagem para mobilidade social de Joaquim Barbosa. Aos 16 anos, deixou a família e a infância em Minas e foi atrás de emprego e educação em Brasília. Dividia o tempo entre os bancos escolares e a faxina no TRE do Distrito Federal. Um dia, o mineiro, na certeza da solidão, cantava uma canção em inglês enquanto limpava o banheiro do TRE. Naquele momento, um diretor do tribunal entrou e achou curioso uma pessoa da faxina ter fluência em outro idioma. A estranheza se transformou em admiração e, na prática, abriu caminho para outras funções. Primeiro como contínuo e, mais tarde, como compositor de máquina off set da gráfica do Correio Brasiliense. A conquista não sairia barato.

- Lembro de uma chefe que me humilhava na frente dos companheiros de trabalho e questionava minha capacidade. No início, foi difícil, mas acabei me estabilizando no emprego e mostrando o quanto era profissional.

A renda aumentou, mas ainda era pouca para ele e a família lá em Minas. Foi trabalhar também no Jornal de Brasília acumulando dois empregos e jornada de 12 horas. Mais tarde, trocou os dois por um. Foi para Gráfica do Senado trabalhar das 23h às 6h da manhã. Depois do trabalho, a Universidade de Brasília. O único aluno negro do curso de direito da UnB tinha que brigar contra o sono e a intolerância.

- Havia um professor que, ao me ver cochilando, me tirava da sala. Joaquim Barbosa continuava sonhando acordado. Prestou prova para oficial da chancelaria do Itamaraty e passou. Trocou o bem remunerado emprego do Senado por um, que pagava bem menos. Mas o novo trabalho tinha uma vantagem incalculável: poder viajar para a Europa. Durante seis meses, conheceu países como Finlândia e Inglaterra. De volta ao Brasil, prestou concurso para carreira diplomática. Foi aprovado em todas as etapas e ficou na entrevista: a única na qual a cor de sua pele era identificada.

Após esse episódio, a consciência racial de Joaquim Barbosa, que começou a ser desenhada na adolescência, ganhou contornos mais fortes. Ganhou novas cores, quando, já como jurista do Serpro, conheceu o país, especialmente o Nordeste e, em particular, Salvador. Bahia foi uma paixão a primeira vistaum contato maior com o que ele chama de "Negritude". A percepção de ser minoria entre as elites ficou ainda mais nítida fora do país. O jurista explica que o sentimento de isolamento e solidão é muito forte num "ambiente branco" da Europa. Ser uma exceção aqui e no além mar ficou ainda mais forte após o doutorado na Universidade de Sorbonne. Nessa época já acumulava títulos pouco comuns para maioria das pessoas com a mesma cor de pele: Procurador do Ministério Público e professor universitário. Antes, já tinha passado pela assessoria jurídica do Ministério da Saúde.

O exercício de vencer barreira, de alguma forma, está em sua tese de doutorado, publicada em francês. O doutor explica que o seu objeto de estudo foi o direito público em diferentes países, como os EUA e a França.

- A minha intenção foi ultrapassar limites geográficos, políticos e culturais. Quero um conhecimento que vá além da fronteiras dos países.

-disse: "Vossa Excelência, quando se dirige a mim, não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite", reagiu Barbosa.

Gilmar Mendes foi nomeado para o Supremo Tribunal Federal pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Na ocasião, em artigo publicado na Folha de São Paulo, o professor da Faculdade de Direito da USP, Dalmo Dallari, professor catedrático da UNESCO na cadeira Educação para a paz, Direitos Humanos e Democracia e Tolerância, declarou: “Se essa indicação (de Gilmar Mendes) vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. (...) o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.”

O empresário Gilmar Mendes carrega em sua biografia a denúncia de que foi favorecido com “incentivo” do poder executivo para fundar, em 1998, o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), uma escola privada que oferece cursos de graduação e pós-graduação em Brasília. Desde 2003, conforme consta das informações do "Portal da Transparência" da Controladoria Geral da União, esse Instituto faturou cerca de R$ 1,6 milhão em convênios com a União. De seus nove colegas no STF, seis são professores desse Instituto, além de outras figuras importantes nos poderes executivo e judiciário (não é à toa que ele contou com tanta “solidariedade” no episódio que envolveu a discussão com o ministro Joaquim Barbosa). O Instituto se localiza em terreno adquirido com 80% de desconto no seu valor graças a um programa do Distrito Federal de incentivo ao desenvolvimento do setor produtivo. O subsecretário do programa, Endels Rego, não sabe explicar como o IDP foi enquadrado no programa. O belíssimo prédio do Instituto foi erguido graças a um empréstimo conseguido junto ao Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), gerido pelo Banco do Brasil, cuja prioridade de investimento é o meio rural. Entre os seus maiores clientes estão a União, o STJ e o Congresso Nacional.

Dr. Eduardo Diatahy B. de Menezes
Professor Emérito da Universidade Federal do Ceará
Professor Titular do Doutorado e Mestrado em Sociologia - UFC


"Temos o direito a ser iguais quando a diferença nos inferioriza, como
temos o direito a ser diferentes quando a igualdade nos
discarecteriza"